Olá pessoal,
Essa semana aconteceu a primeira semana de organização do XII Seminário, e a próxima reunião que ocorrerá quinta - feira (14/04) no bloco J colocaremos em pauta sugestões de temas.
Pensem em algum tema legal e venham organizar o seminário com a gente!
Todos da graduação estão convidados!
Até mais,
PET Economia
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
CinePET
quinta-feira, 17 de março de 2011
Seleção de alunos para ingresso no PET!
Gostaríamos de informar que o edital de seleção de alunos para ingresso no grupo PET- Economia saiu, e as inscrições serão realizadas no dia 24 de março de 2011, em que alunos do 2°, 3° e 4° período que não sejam bolsistas de qualquer outro programa, não apresentem reprovações ou trancamentos durante o curso e que tenham 20 horas semanais disponiveis podem estar se inscrevendo.
Serão duas vagas: 01 de bolsista e 01 de não bolsista.
Lembrando que a seleção é composta por 3 fases de pesos iguais:
- Histórico escolar (média)
- Prova escrita (conhecimentos gerais e atualidades)
- Entrevista ( realizada por 5 membros, sendo 2 deles petianos.
Esperamos as inscrições!
Boa sorte aos candidatos!
Serão duas vagas: 01 de bolsista e 01 de não bolsista.
Lembrando que a seleção é composta por 3 fases de pesos iguais:
- Histórico escolar (média)
- Prova escrita (conhecimentos gerais e atualidades)
- Entrevista ( realizada por 5 membros, sendo 2 deles petianos.
Esperamos as inscrições!
Boa sorte aos candidatos!
terça-feira, 1 de março de 2011
Volta às aulas!
Oi galera,
As aulas voltaram e o grupo PET quer parabenizar todos os ingressantes do curso de Ciências Econômicas da UFU e também desejar boa volta as aulas a todos nós que já cursamos o curso.
Espero que os bixos tenham gostado da apresentação institucional do PET, e que saibam que qualquer dúvida estaremos a disposição!
Comentem e voltem sempre!
As aulas voltaram e o grupo PET quer parabenizar todos os ingressantes do curso de Ciências Econômicas da UFU e também desejar boa volta as aulas a todos nós que já cursamos o curso.
Espero que os bixos tenham gostado da apresentação institucional do PET, e que saibam que qualquer dúvida estaremos a disposição!
Comentem e voltem sempre!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Credenciamento / Trabalhos selecionados
Olá pessoal,
Aqui estão os nomes dos trabalhos selecionados para apresentação com seus respectivos horários:
Polliany AP. Lopes de Carvalho
Uma análise da balança comercial do México em comparação a outras economias da América Latina: Reprimarização ou dependência estrutural de commodities primárias?
Horário: 10h40min
Graciele de Fátima Sousa
Reestruturação produtiva e desenvolvimento regional no Brasil
Horário: 11hh05min
Caroline Yukari Miaguti
A dinâmica do processo de globalização do sistema monetário e financeiro internacional
Horário: 9h00min
Lívia Rodrigues Spaggiari Souza
Estratégias competitivas sob a visão de Poter: O caso da empresa Monsanto
Horário: 9h25min
Henrique Rogê Batista
Moeda local e Banco Comunitário no Brasil: uma alternativa para o desenvolvimento e redução dos níveis de pobreza
Horário: 9h50min
Ricardo Takayuki Tadokoro
Consideração sobre os catadores de materiais recicláveis e a indústria do reciclável sobre o marco do trabalho informal
Horário: 10h15min
*Por favor, comparecerem ao local de apresentação pelo menos 20 min antes do horário determinado para a organização dos trabalhos no computador.
Att:
Comissão Científica do XI Seminário de Economia
_____________________________________________________
O horário do credenciamento na segunda-feira mudou para às 18 horas devido a possíveis atrasos no voô do palestrante.
Até,
PET Economia
Aqui estão os nomes dos trabalhos selecionados para apresentação com seus respectivos horários:
Polliany AP. Lopes de Carvalho
Uma análise da balança comercial do México em comparação a outras economias da América Latina: Reprimarização ou dependência estrutural de commodities primárias?
Horário: 10h40min
Graciele de Fátima Sousa
Reestruturação produtiva e desenvolvimento regional no Brasil
Horário: 11hh05min
Caroline Yukari Miaguti
A dinâmica do processo de globalização do sistema monetário e financeiro internacional
Horário: 9h00min
Lívia Rodrigues Spaggiari Souza
Estratégias competitivas sob a visão de Poter: O caso da empresa Monsanto
Horário: 9h25min
Henrique Rogê Batista
Moeda local e Banco Comunitário no Brasil: uma alternativa para o desenvolvimento e redução dos níveis de pobreza
Horário: 9h50min
Ricardo Takayuki Tadokoro
Consideração sobre os catadores de materiais recicláveis e a indústria do reciclável sobre o marco do trabalho informal
Horário: 10h15min
*Por favor, comparecerem ao local de apresentação pelo menos 20 min antes do horário determinado para a organização dos trabalhos no computador.
Att:
Comissão Científica do XI Seminário de Economia
_____________________________________________________
O horário do credenciamento na segunda-feira mudou para às 18 horas devido a possíveis atrasos no voô do palestrante.
Até,
PET Economia
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
XI SEMINÁRIO DE ECONOMIA
Olá pessoal,
Estamos aqui para informar aos graduandos da realização do XI Seminário de Economia da Universidade Federal de Uberlândia. O mesmo ocorrerá entre os dias 22 e 26 de novembro com diversas atividades.
As inscrições já estão abertas e estão sendo feitas no Diretório Acadêmico Celso Furtado no bloco 1J e estarão abertas até o dia 19 de novembro. O custo para a participação dos interessados será de 12 reais até essa sexta-feira e de 15 reais a partir de terça-feira.
Dedicaremos um dia para a apresentação de trabalhos acadêmicos. Aqueles que possuem interesse de apresentar trabalhos, por favor, siga as recomendações abaixo:
NORMAS PARA ENVIO DOS TRABALHOS COMPLETOS:
A Comissão organizadora da XI Seminário de Economia do IE/UFU receberá trabalhos de graduando de Economia, Administração, Relações Internacionais e quando a temática se enquadra na do Seminário:
Serão selecionados até 12 trabalhos para serem apresentados nos dia 23/11/2010, a partir das 9:00h da manhã.
Os trabalhos completos devem ser enviados para o e-mail do Seminário de Economia pet@ie.ufu.br até o dia 18/11/2010.
Os trabalhos submetidos devem seguir as seguintes normas:
01. Capa contendo: título do trabalho, nome do autor, instituição de ensino e e-mail para contato.
02. Máximo de 15 páginas, fonte Times New Roman tamanho 12 justificado, espaçamento 1,5
Demais dúvidas e comentários, favor entrar em contato com o Grupo PET Economia da Universidade Federal de Uberlândia.
Esperamos sua participação.
Att,
PET ECONOMIA
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A felicidade é uma obrigação de mercado
Olá pessoal,
Encontramos um texto interessante, e gostariamos de repassá-lo. O título já fornece muitas informações, aproveitem.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100803/not_imp589550,0.php
Espero que tenham gostado e reflitam sobre o assunto.
Pet Economia
Encontramos um texto interessante, e gostariamos de repassá-lo. O título já fornece muitas informações, aproveitem.
Desculpem a autorreferência, que é vitupério - mas, estou terminando meu filme A Suprema Felicidade, que me tomou três anos, entre roteiro, preparação e filmagem. Agora, sairá a primeira cópia.
Amigos me perguntam: "Que é essa tal de A Suprema Felicidade? Onde está a felicidade?" Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?
Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava "sacrifício". Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à ideia de "dignidade", vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a "felicidade" da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza, quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.
Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais "comercial". A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta "felicidade" infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução, como uma "disneylândia" cercada de homens-bomba.
A felicidade hoje é "não" ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninos malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo está tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a ideia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um androide sem sentimentos.
O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma "fast-food" da alma. O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.
A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um "avião", uma máquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.
A ideia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.
Bem - dirão vocês -, resta-nos o amor... Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada "amor"?
O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de "olhos de ressaca", nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.
Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.
Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor... No entanto, continuamos - amantes ou filósofos - a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.
Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lágrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da "intensidade" contra a "eternidade". O amor, para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e, para isso, a "prise" não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de "masoquismo"; falo do espírito do tempo.
Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do "happy end", pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.
Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.
Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.
Não há mais "todo"; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma máscara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida.
Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista...
Arnaldo Jabor
Amigos me perguntam: "Que é essa tal de A Suprema Felicidade? Onde está a felicidade?" Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?
Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava "sacrifício". Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à ideia de "dignidade", vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a "felicidade" da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza, quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.
Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais "comercial". A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta "felicidade" infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução, como uma "disneylândia" cercada de homens-bomba.
A felicidade hoje é "não" ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninos malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo está tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a ideia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um androide sem sentimentos.
O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma "fast-food" da alma. O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.
A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um "avião", uma máquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.
A ideia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.
Bem - dirão vocês -, resta-nos o amor... Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada "amor"?
O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de "olhos de ressaca", nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.
Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.
Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor... No entanto, continuamos - amantes ou filósofos - a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.
Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lágrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da "intensidade" contra a "eternidade". O amor, para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e, para isso, a "prise" não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de "masoquismo"; falo do espírito do tempo.
Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do "happy end", pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.
Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.
Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.
Não há mais "todo"; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma máscara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida.
Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista...
Arnaldo Jabor
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100803/not_imp589550,0.php
Espero que tenham gostado e reflitam sobre o assunto.
Pet Economia
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